Opinião: Sonoridade sem Riscos a Correr

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Ao ouvir o álbum do Neil Young, Psychedelic Pill, lançado recentemente, decidi escrever sobre algo que me incomoda um pouco: a produção de um álbum, mais particularmente da mixagem/edição de som no Pearl Jam. Evoquei o Neil Young justamente por notar que as músicas lançadas por ele são muito menos “mexidas” em termos sonoros e são, consequentemente, mais puras.

 Ao ouvir o Lightning Bolt, percebi que a banda, mais do que nos álbuns anteriores, se preocupou muito com o jeito que a música iria soar, e, na minha opinião, a banda se ateve tanto a esse detalhe, que deixou a música soar um pouco superficial – não a letra, o instrumental, etc – mas a produção da música em si, explico melhor.

 Elas parecem redondas demais, com solos ajustados em tempos exatos, sem nenhum tipo de liberdade criativa. Sabe aquela sensação de que a música poderia durar uns dois minutos a mais, aquele solo poderia ser maior, mais sujo, menos ensaiado, e que a banda está se mantendo em uma esfera muito segura? Pois bem, eu sinto isso no Lightning Bolt, e isso me deixa um pouco triste porque o álbum é fantástico, cheio de ideias interessantes e composições excelentes!

 Para usar de um exemplo (na verdade dois), ouçam a versão da “Mind Your Manners”que foi lançada no dia que o Lightning Bolt viu a luz do dia:

 Ouviram? Ela não parece mais agressiva, mais visceral, mais verdadeira do que já é? Só aquela introdução em que as guitarras parecem estar se aquecendo para o início da música já transmite um ar mais selvagem! Tudo que saiu dos amplificadores naquele momento foi transpassado para os nossos ouvidos, puro, do jeito que tem que ser.

 Outro exemplo é a versão do clipe da “Sirens”, em que todo o instrumental parece soar mais natural. Não entendam errado, adorei a versão de estúdio, mas a do clipe parece me convencer mais do que o Eddie canta, e tudo o que a banda toca no instrumental não foi acrescido de nenhuma técnica e correção. Nenhum ajuste foi feito para ela soar mais redonda.

 Voltando rapidamente ao Neil Young, e para esclarecer melhor o que quero dizer, estou ouvindo uma música dele chamada “Driftin’ Back”, uma verdadeira ode ao vinil. Os solos do Neil, durante os seus mais de 25 minutos de duração (!), soam mais verdadeiros, mais autênticos; se fosse gravado novamente ele soaria diferente, refletindo aquilo que ele está sentindo no momento. Não estou dizendo que o Pearl Jam tem q fazer músicas longas, de solos épicos, mas que eles deveriam se espelhar no Neil Young e se soltarem mais ao compor, sem plastificar demais a música e sem se ater a “regras” de estúdio, onde tudo deve soar perfeito e sem qualquer tipo de erro.

 Enfim, um Pearl Jam mais maduro, como o Lightning Bolt nos prova, mas com uma sonoridade mais pura, que tenha mais a “sujeira” das guitarras do rock e um desprendimento maior na sonoridade; lembrem-se do Vitalogy, dos solos do Ten (“Why Go”, por exemplo). “Present Tense” nunca seria uma das maiores músicas do Pearl Jam se tivesse sido modificada, acrescida de sons produzidos posteriormente e se não tivesse aquele final raivoso, cheio de bateria, guitarras, em uma mistura caótica e barulhenta. Talvez se ela fosse feita hoje em dia não teria essa espontaneidade que a faz tão bela.

Para concluir e deixar bem claro, tudo que disse acima é uma crítica muito pessoal; eu gosto de músicas que saiam de uma esfera segura da arte, e o Neil Young, ao não dar ênfase a isso, torna a sua música mais poderosa do que ja é. E como disse antes, o Lightning Bolt é um excelente álbum! Mas, se tivesse esse desprendimento que defendi acima, seria ainda melhor.

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27 comentários em “Opinião: Sonoridade sem Riscos a Correr”

  1. Opinião sensacional. Concordo totalmente.
    Eu considero que o maior problema do Pearl Jam é a produção de seus discos. Tanto que a maioria de nos prefere as versões ao vivo as versões do álbum. Quantas vezes já não aconteceu de uma música só cair no nosso gosto depois de ouvirmos em um bootleg?

    Essa sensação de comercial que temos do PJ muito tem a ver com o tratamento que um sujeito chamado Brendan O’Brien da para as musicas da banda. Elas soam sim produzidas e fabricadas na medida para serem radiofônicas ou agradarem a maioria. Sirens, quando vazou em forma de áudio foi a pior experiência que tive da banda. Após isso, saiu esse vídeo citado por vocês, onde mostra a banda tocando uma música linda, emotiva e assim expressada no vídeo. Passou o sentimento de sinceridade, e só autenticidade já ajuda a qualquer obra melhorar muito. Hoje, sem revisitar o CD de estúdio de LB, Sirens é a minha música preferida do momento, justamente pelo que escuto nos CDs ao vivo.

    Na minha opinião o maior problema do Pearl Jam se chama Brendan O’Brien, mas como a banda consente com isso, sempre contratando o cara pra ser o produtor de seus discos, talvez eles queiram isso….

    Mas seria uma alegria enorme que no próximo álbum eles convidassem um desses produtores mais “do rock” pra sujar toda essa panelinha polida que os CDs do PJ se tornaram. Imagina um CD produzido pelo Josh Homme? Com certeza sairia algo novo e ousado dentro da sonoridade da banda. É isso que falta pro disco deles sair do “ótimo” pro “disco do ano”.

    Mais uma vez, parabéns ao Pearl Jam to Fly por essas matérias, excelentes não só por servirem ao Pearl Jam, mas também por servirem a música. Continuem assim pessoal! As matérias são a alma do site.

  2. Nada como ouvir um belo rock ao vivo.

    Eu ouço os discos de estudio apenas para “relembrar” como sao as musicas na forma original.
    E as vezes penso: “ô porr@, quanta diferenca”. Given to fly é um exemplo.

    Tudo muito produzido, tudo muito consertado as vezes parece soar falso.

    Tem musicas que é praticamente impossivel tirar o mesmo som ao vivo porque tem 3, 4, 5 guitarras, 2ª, 3ª, 4ª voz, etc.

    O disco é pra vender. O som ao vivo é para curtir e apreciar.

    Abraco a todos e nos vemos em Sao Paulo (falta menos de 1 mes).

      1. Pois é, o interessante é isso. Por mais que eu tenha criticado essa forma de produzir um disco, prefiro muitas das versões de estúdio do que ao vivo, e Given to Fly é o melhor exemplo. Minha principal crítica é com o Lightning Bolt; mas os álbuns mais antigos tem excelentes versões de estúdio!

  3. Fiquei muito feliz em ler essa matéria, pois, sou músico e me preocupo muito com isso, trabalho com isso. Acompanho o PJ desde o início de sua carreira e essa atual sonoridade me incomoda bastante. Acho que desde de que o Matt Cameron assumiu a bateria esse tipo de sonoridade vem sendo presente nos álbuns exceto o Binaural que ainda tem umas poucas ousadias. Backspacer e LB são realmente discos muito polidos e eu não gosto, as vezes me soam até um pouco gospel (me perdoem os que curtem) e concordo quando citam a produção do Brendan. Essa pegada que eles aderiram em “unthought known” e “Lightning Bolt” são muito chatas com aquele bumbo marcando sem variações na parte cantada, cansativo na minha opinião e pouco criativo. Vale ressaltar que tô falando do instrumental, a voz e as letras estão do caralho!
    Tenho medo de pensar que a banda esteja num momento em que seus trabalhos solos os satisfazem mais por serem de menores proporções e o PJ seja algo pra cumprir tabela, lançam-se discos e faturam em turnês com o repertório antigo misturado com músicas novas. Prefiro as vezes ignorar isso e ter esperanças de que todos vão voltar a se preocupar apenas com a banda e tentarem realmente atualizar sua sonoridade no bom sentido. Li uma matéria aqui que o PJ se atualizou em relação a mídia e tal, mas com esse som “bundinha de neném” não rola. Dificilmente ouço o LB completo, é chato, ao vivo soa bem melhor diferente de outras canções que são foda em estúdio como “presente tense”, “go”, “given to fly” que Cameron brochou ao vivo. A única versão de “given…” legalzinha tocada por ele é no “one two legs” ele até respeitou a criação feita por Irons.
    Vi no Lollapalloza o Matt Chamberlain tocando com o Soudgarden, ele mesmo tendo seu estilo próprio respeitou as linhas criadas por Cameron. Parabéns pra ele, ganhou muitos créditos comigo! Isso é muito foda pra mim que sou baterista, e sei o quando isso complica as coisas quando se trata de Pearl Jam, ou se estraga de vez uma canção ou o cara se esforça pra fazer melhor doque o original o negócio anda meio cagado.
    Bom, voltando ao estúdio. Concordo plenamente quando citam Neil Young, consumo semanalmente sua música e entendi de cara o que o PJ to FLY quis expressar, a naturalidade dele é genial. Quando o PJ bebeu valendo nessa fonte ganhamos o NO CODE de presente e pra mim é um marco na história da banda, que disco foda, que atmosfera, que lindo encarte.. Perfeito! Acho eu é válido trocar de produtor, acho que é válido mudar pra melhor. Não desejo um antigo Pearl Jam mas, desejo um Pearl Jam que soe como uma banda de Rock.

    1. Cara, você escreveu exatamente o que eu penso. Desde que o Matt Cameron entrou pra banda, tanto no som que ele tira da batera em estúdio quanto ao vivo eu sinto essa “brochada”. Falo isso como baterista, tal qual você, e que toco em um cover do PJ. É isso mesmo, ou você estraga de uma vez ou tenta fazer algo melhor do que o original…
      Acho que o responsável por esse com “bundinha de neném” é o Matt. Respeito pra caramba o trabalho dele com o Soundgarden, são linhas de batera de qualidade indiscutível. Mas no PJ, além de cagar nas músicas gravadas pelo Krusen, Abbruzzese e Irons, nas próprias gravações ele faz um som chocho… claro que o produtor tem grande parcela de responsabilidade nisso, ele que direciona o som da banda em estúdio… mas enfim, falta uma pegada rock’n’roll nas músicas do PJ.
      E concordando de novo: não desejo o antigo PJ e sim um PJ com um som rock de verdade, conforme o potencial deles!

  4. Nos discos de estúdio estão as versões conceito.
    Nos discos ao vivo estão as musicas de verdade.
    Vcs ainda não entenderam isso?
    Outras bandas como Iron Maiden e Alice in chains já falaram sobre isso no passado.
    E o Pearl Jam sempre foi assim. Escute o Ten e depois escute suas musicas de qualquer ano nas versões ao vivo. A diferença é a mesma entre essas versões citadas do Mind your manners.

  5. Também acho que um álbum cru seria melhor.
    Mas vale lembrar que é preciso valorizar o trabalho em estúdio, ou era só lançar os bootlegs e pronto.
    Jimmy Page gravava 10 guitarras e ao vivo fazia tudo sozinho.
    Quantos não gravam percussão em discos e ao vivo resolvem tudo na bateria?
    O mesmo com pedais de efeitos, vocais dobrados e outras coisas que não vão para a estrada.
    Talvez a produção de Backspacer e Lightning Bolt não seja a ideal, mas trabalhar em estúdio e deixar as músicas “acontecerem” no palco é normal.
    Talvez por isso o Pearl Jam quase não lança nenhum registro ao vivo…..

  6. Acho simples resumir a sonoridade ao produtor ou ao baterista. Sendo que o No Code é obra do mesmo produtor de Backspacer e LB. O mesmo do Vs., Vitalogy e Yield. Exceção ao Ten, os discos em que não participou foram o menos representativos da banda em termos gerais.

    Em tempo, também acho que as músicas de estúdio são mais puras, mas isso acontece há pelo menos uns 20 anos. Compara as versões de Corduroy, por exemplo. Soa um tanto tímida no estúdio comparado com o ao vivo. Voltando ao No Code, pega Hail Hail, Habit ou Lukin, e depois de ouvir essas ao vivo, veja se você tem vontade de voltar a ouvir as do disco. O Yield tá cheio de instrumentos por trás das guitarras pra “dar um brilho” no som. Então essa polida ou “falta de espontaneidade” da banda não é de agora. O fato é que o PJ é uma banda muito melhor em cima do palco. Até por isso sempre achei que eles deveriam gravar seus discos ao vivo e sem muita interferência na produção.

  7. Concordo que muitas vezes, as músicas de estúdio soam muito melhor ao vivo (não é à toa que o PJ é uma das melhores bandas ao vivo da atualidade), tanto que meu álbum preferido é o NO CODE exatamente pela sonoridade “crua” que nos foi transmitida… e casa muito bem com o que você comentou, este álbum foi o que bebeu diretamente da fonte chamada Neil Young!
    Sem contar que considero o Jack Irons o melhor baterista que passou pelo PJ. Em tempo: parabéns pelo novo site! Simplesmente show de bola!

  8. Na minha opinião todos os discos do Pearl Jam produzidos pelo O’Brien, com exceção de No Code, são versões comerciais de excelentes músicas. Não faria mal nenhum o PJ arriscar um outro produtor, de repente até acrescenta a banda do que o carinha que ficou enchendo o saco pra Sleeping By Myself sair em LB… não me levem a mal, é uma boa música, mas não tem NADA a ver com o resto do disco. Não encaixa.

  9. É verdade, não tem fundamento ficar malhando pau no Brendan O’Brien se foi o mesmo cara que gravou o Versus, Vitalogy, No Code e Yield, além de ter feito o remix do Ten (que ficou bem lôco mesmo, bem parecido com as versões ao vivo). Se for prá malhar pau no cara, a pessoa também está malhando pau na banda, pois vira e volta a galera aqui não fica comentando que o Pearl Jam da era grunge não é o mesmo Pearl Jam da atualidade? Pois eles amadureceram, viraram pais de família, conseguiram escapar daquela neblina de holofotes, entrevistas e mídia? Então, a banda foi mudando naturalmente e o Brendan ficou empalhado lá em 1993? Não, né!? Ele também passou por mudanças, assim como cada ser humano sadio da cabeça passa nessa vida. Vai ver, a sonoridade do Backspacer e do Lightning Bolt é desse jeito, porque ela veio neste pacote de mudanças que a banda passou (e prefere assim, deixa eles pôrra, a banda é feliz assim) e pelas mudanças do Brendan.

    Outra coisa, malhar pau também no Matt Cameron??? O cara simplesmente toca nas 02 maiores (umas das maiores) bandas de rock da atualidade há mais de 20 anos, gravou o álbum do Temple of the Dog e a fitinha cassete Mamason e foi só isso o que ele fez. E se a pessoa que malhou pau no Matt, que diz ser baterista também, se coloque no lugar dele. Você com este mesmo currículo nas costas que o Matt tem, você iria concordar se algum ser humano aqui do Brasil malhasse pau em você, dizendo que você brochou ao vivo, com certeza cara, você não iria gostar e iria discordar também! E não me sai da cabeça quando a pessoa fala mal do álbum Lightning Bolt, dizendo que é chato e tem esperanças da banda voltar naquela sonoridade das antiga…, ô meu querido, a febre do início dos anos 90 já foi cara! Quer voltar prá lá, então não escute o Pearl Jam da atualidade cara! Só escute os álbuns dos anos 90. Ou se tu quer escutar o Pearl Jam de hoje, não fique falando mal da banda, por favor! Assim como você, em 1991 eu tinha 12 anos e vivi aquela febre grunge, altos tempos que nunca mais vai voltar, sem contar que não tinha internet naquela época e a nossa galera se fissurava nas revistas de rock e na MTV (que era a essência da música naquela época, não a merda que virou). Mas hoje eu continuo curtindo a banda do mesmo jeito que eu sempre curti e vamos prá frente, beleza? Aquilo já passou! Se você acha que o Pearl Jam não soa como uma banda rock, então fala isso prá eles, cara. Escreve isso lá no fórum do Ten Club, tá combinado?

    Agora, querem outro produtor para gravar o álbum dos caras, acho massa também! Se a galera não curte o Brendan O’Brien (que cansou de gravar os álbuns do Soundgarden, Stone Temple Pilots, Rage Against the Machine e tantos outros), tem a sonoridade do Binaural, que é muito massa de se escutar e arrisco dizer que é o melhor álbum da banda para se escutar em um fone de ouvido. Juro que tem barulhos que o cara só consegue escutar no fone de ouvido, que no aparelho de som a pessoa não percebe. Ou para a outra pessoa que disse que queria que a banda gravasse ao vivo os seus álbuns. Ótimo também, pois para quem não sabe, o Riot Act foi gravado ao vivo, sem aquelas edições ou gravações separadas de cada instrumento. Mas daí eu pergunto? Não são estes 02 álbuns que a galera menos dá bola? Então, vai fazer o que? Já as músicas destes 02 álbuns são justamente, na minha opinião, as que ficam melhores quando tocadas ao vivo! São dois baitas álbuns, com uma sonoridade incrível!

    E tem várias músicas que as versões de estúdio MATA A PAU também! In My Tree, Who You Are, Present Tense, Lukin, Go, Once, Oceans, Immortality, Corduroy, Tremor Christ, Brain of J, Given to Fly, Insignificance, Parting Ways, Inside Job e várias outras… Agora, prá terminar, ao vivo as músicas Unthought Know e Lightning Bolt, estão sempre nos repertórios dos shows. Duas músicas que os caras amam tocar e daí? Tomara que toquem sempre elas ao vivo…Altas músicas!!! (a versão da música Lightning Bolt de estúdio é coisarada também)! Mas eu respeito a opinião de todos, cada um é de um jeito e que todos sejam felizes!

    1. Cara, o O’Brien tem uma história do caceta com o PJ, mas acho que ultimamente ele tem gravado com bandas de péssima influência, e isso ficou evidente no LB (que diga-se de passagem não é o pior álbum da banda). Acho que seria uma boa eles tentarem uma investida com alguém diferente, tipo Nick Raskulinecz ou Butch Vig.

    2. Cara, está uma discussão sadia aqui. Conversando sobre a sonoridade da banda em discos, não dizendo que ninguém pode gostar do que é hoje. Questão de gosto, sou dos que prefere uma coisa mais crua que o PJ faz fora dos albuns e não no estudio. Fã de PJ é igual a qualquer outro, conversar sobre a música dos caras faz parte, só bajular tudo que eles fazem que é coisa de maluco.

      1. É todo mundo dono da verdade aqui.. rsrs.
        Todas as opiniões, por serem opiniões, são válidas como ponto de vista e não como verdade absoluta, senhores PHD’s.

  10. Boa tarde, parabéns pelo texto, mas o que quero falar é interessante para uma outra discussão! Alguém ai toca guitarra ou entende alguma coisa sobre os efeitos, pedais etc?
    Curto muito os efeitos de distorção na fase do No Code e Yield. Gostaria de saber mais sobre isso, até para poder tocar as músicas do Pearl Jam, (comprei uma guitarra só para aprender as minhas músicas preferidas do Pearl Jam). Curto bastante todos os bateristas em suas respectivas gravações de estúdio, mas o meu preferido é Matt, adoro o solo que ele faz no meio de Even Flow nos discos ao vivo e como ele acelera as músicas antigas. Na verdade conheci a banda já com o Matt e todos os Bootlegs são com ele, então fica difícil para mim ter uma opinião melhor. Enfim eu gosto de todos os discos, sou fã! Só tem uma coisinha que eu chato, é que eu queria ouvir ao vivo “Nothing as it seems” com o solo mais próximo da gravação do disco.

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