Chris Cornell Será o Vocalista do Mad Season por uma Noite

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Chris Cornell, do Soundgarden, será o vocalista do Mad Season por uma noite. A banda é formada pelo falecido ex-vocalista do Alice Chains, Layne Stanley, o baixista Duff Mckagan, substituindo o também falecido John Baker, e seus membros originais, Barrett Martin (Screaming Trees) e Mike Mccready (Pearl Jam).

A apresentação, marcada para 30 de Janeiro de 2015, fará parte de uma parceria com a orquestra sinfônica de Seattle, que periodicamente faz um concerto em tributo à música feita na terra do grunge.

PS: Perdão pela falta de atualização, mas eu (João) estou um pouco longe do Brasil (Suécia) e ainda sem uma internet decente, e o Luiz está em uma ilha paradisíaca no litoral do Paraná. Em breve tudo voltará ao normal.

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8 thoughts on “Chris Cornell Será o Vocalista do Mad Season por uma Noite”

    1. Cara, a Suécia é um país incrível. Lugares lindos e um país digno de se viver. Impostos são altos mas é algo que vale a pena pagar, pois TUDO é investido no bem estar do cidadão. Ruas limpas, pessoas educadas, estações de metrô deslumbrantes (tem arte em todas elas, e o povo não destrói) bicicletas disponíveis para as pessoas utilizarem e todas devolvem no mesmo estado ao local de origem…Quando a pessoa vai ao supermercado, não tem fila pra pagar. Tem scanners individuais que vc passa no produto, vai registrando tudo e ao final você paga em uma máquina com cartão de crédito. Vi isso no Globo Repórter, faz umas duas semanas.
      São apenas alguns dos vários atrativos desse país.

      1. Uma coisa que vc esqueceu de mencionar, são as altos níveis de suicídio cometidos pelos suecos… Diga-se de passagem são lideres mundiais nesse quesito. Quer saber?! Com todas as mazelas ainda prefiro meu Brasil!

  1. Esse lance de altos níveis de suicídio se deve a prática do Suicídio Assistido.

    O suicídio assistido ocorre quando uma pessoa, que não consegue concretizar sozinha sua intenção de morrer, e solicita o auxílio de um outroa indivíduo.

    A assistência ao suicídio de outra pessoa pode ser feita por atos (prescrição de doses altas de medicação e indicação de uso) ou, de forma mais passiva, através de persuasão ou de encorajamento. Em ambas as formas, a pessoa que contribui para a ocorrência da morte da outra, compactua com a intenção de morrer através da utilização de um agente causal.

    O suicídio assistido ganhou notoriedade através do Dr. Jack Kevorkian, que nos Estados Unidos, já o praticou várias vezes em diferentes pontos do país, por solicitação de pacientes de diferentes patologias.

    Existe uma instituição, denominada de Hemlock Society (ou Sociedade Cicuta), numa clara alusão ao suicídio de Sócrates. Esta Sociedade publicou, em 1991, um livro, A Solução Final, que apresentava inúmeras maneiras de um paciente terminal ou com doenças degenerativas cometer suicídio. Este livro vendeu mais de 3 milhões de cópias nos Estados Unidos. No Brasil, onde foi também traduzido, não causou maior impacto.

    Por outro lado, associações como Not Dead Yet (ainda não mortos), de pessoas portadoras de deficiencias físicas, caracterizam esta possibilidade como sendo um padrão duplo (duplo standard) que os discrimina frente ao restante da sociedade.

    Em 08 de janeiro de 1997 a Suprema Corte de Justiça dos Estados Unidos, julgando o caso Quill, declarou não haver diferenças morais ou legais entre não implantar ou retirar um tratamento e auxiliar um paciente a suicidar-se. Posteriormente, em 26 de junho de 1997, a Suprema Corte Norte Americana alterou este raciocínio, voltando a admitir que existem diferenças marcantes entre estes procedimentos.

    Ramon SanPedro, um espanhol tetraplégico que havia solicitado na Justiça várias vezes que lhe fosse permitida a eutanásia, acabou morrendo após 29 anos de solicitações, através de um suicídio assistido. Este ato final foi gravado em vídeo como forma de documentar a sua ação pessoal na administração da medicação em dose letal.

    Desde 1997 o estado norte-americano de Oregon tem uma Lei vigente que possibilita aos seus residentes solicitarem o auxílio para se suicidarem. No ano de 1999, foram registrados oficialmente 33 casos de suicídio assistido.

    A Suíça também permite a realização do suicídio assistido, inclusive podendo ser realizado sem a participação de um médico e o a pessoa que deseja morrer não necessita estar em fase terminal. A base legal é o Código Penal de 1918, que afirma que o suicídio não é crime. O único impedimento é quando o motivo for egoista, por parte de quem auxilia. A Eutanásia não está pervista na legislação suíça.

    deBlois J, Norris P, O’Rourke K. A primer for health care ethics. Washington: Georgetown, 1995:182.

    Humphry D. A solução final. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1994.

    Esse assunto é muito delicado e vasto, arte nas ruas e trens velozes não nos mantém vivos. Mas reconheço que as coisas ficam nem mais diveridas. 😀

    fonte: http://www.bioetica.ufrgs.br/suicass.htm

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