Bomba: Pearl Jam é Investigado pela Operação Lava-Jato

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De acordo com o site The Pasadena Report, a banda americana Pearl Jam estaria envolvida em um escândalo de recebimento de propinas através da empresa brasileira Petrobrás; o nome da operação já foi chamado pelo FBI e pela Operação Lava-Jato de “Pearl Oil” – em português, Petróleo de Pérola, uma alusão ao nome da banda. O FBI e a polícia federal brasileira estão trabalhando em conjunto nas investigações.

Segundo os investigadores, o recebimento da propina, entregue nas mãos do manager do Pearl Jam, Kelly Curtis, era mediado por donos de empreiteiras brasileiras, entre elas as já investigadas na operação Lava-Jata: Odebrecht e Andrade Gutierrez. Dessa forma, o dinheiro que saía diretamente dos cofres da Petrobrás ia para um caixa 2 das empreiteiras para, em seguida, ser entregue como propina na cidade de Seattle, para o já mencionado manager do Pearl Jam.

Ainda segundo apurações do jornal, as propinas variavam em torno de 1.2 milhão e 3 milhões de dólares, dependendo da ‘avidez’ dos membros do Pearl Jam. O dinheiro, após ser entregue, era dividido entre os cinco membros do Pearl Jam: Stone Gossard, Mike McCready, Jeff Ament, Matt Cameron e o vocalista, Eddie Vedder. Boom Gaspar (o suposto e nunca resolvido se é ou não o ‘sexto’membro da banda), segundo consta, nunca recebeu qualquer quantia, e foi através da sua delação premiada como cúmplice do processo que a denúncia foi acatada pelo FBI. Diz Boom: “Como a banda nunca se resolveu a me receber como o sexto membro do grupo e, ao mesmo tempo, via aquelas quantias milionárias chegarem do Brasil para os bolsos desses cinco idiotas, resolvi delatar tudo e escancarar essa roubalheira.”

Mas porque uma empresa brasileira, mediada pelas maiores empreiteiras do país, teria interesse em simplesmente “entregar” esse dinheiro para cinco músicos de uma banda cujo nome é muito engraçado até certo ponto infantil e ingênuo (Pearl Jam = Geléia de Pérola)?

Dave Abbruzzese, um dos investigadores do FBI, respondeu com risos tal pergunta:

“Porque vocês acham que o Pearl Jam veio tantas vezes ao Brasil nos últimos anos? Sério, é só contar: 5 shows em 2011, 1 em 2013, 5 shows solo em 2014 daquele Vedder que se acha a estrelinha da banda, e mais 5 shows em 2015. Porque tanto show assim? A resposta é simples: os executivos da Petrobrás, bem como os cabeças dessas grandes empreiteiras, são fãs declarados do Pearl Jam, por isso, através dessas propinas, compravam a banda para que fizessem mais shows no Brasil e, assim, assistirem aos shows de camarote, regado a Champagne e caviar, enquanto os fãs se esmagavam lá na frente, tentando fazer com o Eddie Vedder ao menos olhasse por um segundo para eles. Os outros países, como Chile, Argentina e (risos) Peru, são só pra fingir que a banda está fazendo uma ‘turnê sul-americana’.”

Abbruzzese ainda acrescenta:

“O Eddie Vedder sempre ficava com a maior parte do dinheiro de cada uma das propinas, Stone Gossard, o guitarrista quietão e na dele, sempre pegava as sobras. Vedder, depois de pegar a grana, saía rindo do QG da banda, e dizia: ‘Bora lá surfar em Ipanema e tocar aquelas mesmas músicas do Ten para aquele povo’.”

O manager da banda, Kelly Curtis, disse para a reportagem do jornal que ele não era, na verdade, Kelly Curtis, mas um outro cara qualquer. Assim, não foi possível ouvir qualquer esclarecimento da parte da gerência do grupo, exceto alguns tweets ‘engraçadinhos’ dos membros do grupo em suas páginas oficiais:

Stone Gossard:

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(Se é tudo uma imitação, um padrão seguido por toda a humanidade”)

Stone aparentemente justifica as propinas alegando que “é um padrão de toda a humanidade” ao citar uma composição própria, a música Mankind.

Jeff Ament:

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(Nada é o que parece, o pouco que eu preciso, é dinheiro.)

Jeff faz uma troca de palavras com a letra de “Nothing As It Seems”, uma das melhores músicas da banda mas que ninguém dá muita bola.

Eddie Vedder:

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(Eu sou um ladrão, sou um mentiroso. Aqui está a minha igreja e eu canto no coral: propina, propina)

Aqui o vocalista faz uma brincadeira, substituindo a palavra ‘aleluia’ por propina.

______________________

Concluindo essa triste notícia, posso apenas dizer que a banda está, simplesmente, mostrando o dedo para todo nós, fãs, que amamos e idolatramos esses caras. Nós da Pearl Jam to Fly esperamos com muita fé que as investigações sejam transferidas para o juiz Sérgio Moro; assim, os membros da banda que forem presos (e serão, visto que é o juiz Sérgio Moro), virão à Curitiba, onde nós, criadores do site, moramos!! Vai que acontece um show aqui na sede da polícia federal???

 

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